Discussão histórica na comunidade mafiosa de História? Onde?

A comunidade mafiosa de História do Orkut é conhecida por um de seus moderadores usar o pretexto de “falta de discussão histórica”, quando não gosta de algum tópico aberto, para emplodir os tópicos e comentários

Recentemente um dos moderadores, que é membro atuante da OdeC nos Odeia, abriu um tópico com um vídeo do youtube para galhofar a Lúcia Hippólito

tópico

Márcio
Era uma vez a historiadora Lucia Hippólito…
Aquela pesquisadora da FGV morreu.
.
Agora só temos essa:

A CA quer saber...

A CA quer saber...

Será que o tópico era pra discutir a história da bebida no mundo?

Delícia!!!

Delícia!!!

A CA pergunta

Se não tiver discussão histórica eu corto!

Se não tiver discussão histórica eu corto!

Onde está a moderadora mafiosa de História para reclamar de falta de discussão histórica no tópico? ou só faz essa pergunta quando não é com conhecidos ou quando não gosta do tópico?

A CA comenta a filosofia da comunidade mafiosa de História

Pros amigos tudo, pros inimigos a lei

Pros amigos tudo, pros inimigos a lei

Até membros que participam pela primeira vez da comunidade repararam na palhaçada da “seletividade” da moderação mafiosa com os tópicos e comentários

DANIEL RODRIGO
o que eu mais gosto dessa comunidade é essa parte:

“[moderação on]

Vai ter uma discussão histórica neste tópico? Porque se alguém não direcionar logo, ele vai ser apagado…

[moderação off] “

imaginem se vc está em uma sala de aula e seu aluno lhe pergunta sobre o Haiti,o interesse do Brasil lá e se não deveriamos ajudar os desabrigados brasileiros, e vc respondesse que isso não tem nada a ver com História??!!?!? imaginem a cara do aluno (a) ????

Moderador mafioso justifica a atitude da moderação mafiosa e comenta

João
Sim, porque comunidade de história do orkut e uma sala de aula são a mesma coisa.

João
Até porque, em sala de aula, o professor de história deveria levar a discussão sobre o Haiti para os termos da… história.

Puxa-saco babão, HAHAHAHA!

Puxa-saco babão, HAHAHAHA!


Clique no mico para acessar O Mico

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‘Morrer’ é vital, Jerônimo.

Quando as últimas evasões de membros de elite da OdeC nos Odeia pareciam prometer um tédio para 2010, aquele cômico Contínuo dos grandes juristas cariocas volta em grande estilo humorístico “explicando” Osama Bin Laden para “o mundinho ‘ecologicamente correto’, ‘multiculturalista’ e ‘consciente’ da ‘esquerda’ tutti-frutti pós-68″ também conhecido como as comunidades Olavo de Carvalho nos Odeia e Botequim Socialista do Orkut. Segundo o contínuo, Até uma exposição de petúnias deve ser mais interessante e inovadora que essas duas comunidades. A CA quase concorda com esta última frase do Aiatolá dos Cartórios e Foruns

Mas a graça do Contínuo não se resumiu a isso, a seguir o wanabe-rábula da Ilha do Governador mostra do que é capaz, divirtam-se.

Tudo começou quando o espinhento Crimsom perguntou

CRIMSON
Dúvida sobre Bin Laden!
Quando ele lutou contra os soviéticos ele era capitalista!Agora que luta contra os americanos,ele é comunista?

O Contínuo correu a a acudir

Contínuo
Crimson, meu filho, você só poderá entender as aparentes contradições na trajetória de Sheykh Bin Laden caso compreenda o fundamento espiritual de sua luta.

Ha ha, ninguém me pega! Vou pro carnaval do Rio!

Ha ha, ninguém me pega! Vou pro carnaval do Rio!

E começa a preleção…

Contínuo
Trata-se, com efeito, da visão de vai decididamente de encontro ao caráter utilitário, pragmático e ‘quantificável’ da modernidade, em nome dos valores perenes d’uma Ordem transcendente, atemporal. É, portanto, a contraposição essencial, transfigurada em conflito político, entre a dimensão contingente, transitória, cambiável e finita do TEMPO e a esfera necessária, permanente, imutável e infinita da ETERNIDADE; ou então, nos termos d’uma belíssima declaração do líder taliban, Mullah Omar (“Não tememos a morte, pois já estamos mortos; assim sendo, combatemos no Tempo, mas vivemos na Eternidade”), do confronto entre ‘guerreiros santos’ sublimados pela lux aeterna da Tradição, e vacilantes ‘homens ocos’ sob a égide do materialismo espiritual do Ocidente contemporâneo, seres avessos ao substrato mítico e religioso que lastreia seus alicerces históricos e culturais, em ruptura flagrante com as raízes mais atávicas de sua própria existência. Poderíamos aqui recorrer, confirmando a hipótese evoliana a propósito da unidade vital entre as diversas esferas da Tradição, às palavras de um guerreiro proveniente d’um universo cultural de todo distinto do de Bin Laden, o samurai Yamamoto Tsunetomo (1659 – 1719): “Todos os dias, sem falta, devemos nos considerar mortos. Existe um ditado dos antigos: ‘Saia de baixo do beiral do telhado, e você é um homem morto. Saia pelo portão e o inimigo está esperando’. Não é questão de ser cuidadoso. É considerar-se morto de antemão”. Em outras palavras: aqueles que combatem na Eternidade, isto é, cuja guerra assume uma dimensão cósmica, destarte transcendendo todos os limites do espaço-tempo, não podem ser derrotados pelos escravos do ‘Reino da Quantidade’, das sombras voláteis e fugidias do ‘Agora’, submetidos ao fluxo errático e transitório do Tempo.
Só quem for capaz de transcender a dicotomia clássica entre ‘esquerda’ / ‘direita’ compreenderá que Bin Laden é hoje um elemento axial na articulação política d’uma nova síntese dinâmica entre, por um lado, as sempiternas e vivificantes raízes da Tradição e, por outro, a miríade de perspectivas, à ‘esquerda’ e à ‘direita’, do antilberalismo e anticapitalismo. Vale sublinhar, aliás, que o próprio líder mujahid percebe com clareza, ainda que por vias distintas (notadamente em sua virulenta crítica à adoção, por parte de certos ulema e imams na Arábia Saudita e outros países muçulmanos, de esquemas conceituais oriundos da mentalidade laica da intelligentsia ocidental pós-iluminista), a essência primordial da tragédia política moderna: o conflito entre capitalismo e comunismo, liberalismo e marxismo, é a guerra fratricida entre dois ‘grandes irmãos’, incontrastável manifestação da contenda ancestral entre as duas cabeças de Janus, as duas grandes emanações da razão iluminista convertida em deidade secular, enquanto a Tradição, verdadeira inimiga de ambos, ausentava-se da ribalta histórica a partir de fins do século XVIII. A esse respeito, a famosa tese advogada pelo cientista político norte-americano Samuel Huntington a propósito da natureza do conflito central da contemporaneidade, cujo locus privilegiado seria a dicotomia Ocidente / Oriente, não passa de um espantalho, um ‘cavalo de tróia’, a ocultar, se calhar deliberadamente, a natureza essencial do conflito em tela, ou seja, que envolve o ressurgimento do ethos tradicional como força política atuante. Assim sendo, o antagonismo não é geográfico, nem tampouco político ou cultural; é, ao contrário, de índole ESPIRITUAL, no sentido mais profundo do termo.

Destarte, o confronto contra a URSS no Afeganistão, nos anos 80, e a jihad universal contra os EUA, a partir da década de 90, são tão somente fases d’uma única GUERRA, que opõe TRADIÇÃO x MODERNIDADE PÓS-ILUMINISTA.

Por fim, o emprego contra a URSS de recursos captados junto à CIA demonstra, emblematicamente, a genialidade tática de Bin Laden e a cegueira estratégica dos EUA, que, obcecados pela lógica então vigente na Guerra Fria, não foram capazes de avaliar as reais dimensões do projeto estratégico do Sheykh saudita.

O Jerônimo, impaciente morreu duas vezes enquanto o Contínuo explicava o “Sheykh saudita” ao mundinho tutti-fruti:

Jerônimo
Morri…
Destarte, morri novamente…

A resposta do Contínuo foi no estilo “faça o que eu digo, não o que eu faço”

Contínuo
‘Morrer’ é vital, Jerônimo. É só ‘morrendo’ que podemos despertar para horizontes antes insuspeitos.

Ha ha, como sou mau, levarei todos os haters para a Third Position! Morrer é vital! Viver é mortífero!

Ha ha, como sou mau, levarei os haters para a Third Position! Morrer é vital! Viver é mortífero!

À dúvida relevante da Zeza:

Zeza
Alguma idéia sobre quem vai ganhar essa parada, ou vai ser mais uma guerra eterna tipo “Anjos X Demônios”?

O Contínuo replicou enfáticamente

Contínuo
Zeza
Basta analisar a frase do Mullah Omar:

“Não tememos a morte, pois já estamos mortos; assim sendo, combatemos no Tempo, mas vivemos na Eternidade.”

Se vc de antemão já acredita viver na Eternidade, vc não pode ser derrotado num conflito que se dá sob a égide do Tempo.

Ademais, sabemos todos (ou pelo menos percebemos intuitivamente) que nós, os ocidentais, estamos cada vez mais céticos, cada vez mais destituídos de qualquer convicção profunda, cada vez menos seguros de nós mesmos; em contraposição à essa dinâmica, vemos no ‘Guerreiro Santo’ um estado de certeza plena, peremptória e inexorável a propósito de seus mais recônditos desígnios. A modernidade vacilante, descrente de si mesma, irreversivelmente submetida à precariedade da lógica temporal, incapaz de gerar qualquer estratégia discursiva nova de legitimação, não pode vencer os que “combatem na Eternidade”

Adicionalmente, o Contínuo esclareceu

Contínuo
Em tempo: não há erro tático mais primário que supor que seu inimigo reagirá, diante d’uma determinada situação, como vc mesmo reagiria. E foi exatamente o que os EUA fizeram no tocante ao Taliban e a AL Q’AIDA no Afeganistão: além da grosseira pretensão de imaginar que poderiam comprar a lealdade dos mujahideen com armas e dinheiro, o que demonstra uma total ignorância a propósito da noção de Taqiyya, que permite ao muçulmano mentir, dissimular, ocultar, etc., desde que em nome dos interesses dos Islã ou em situação de risco de vida.

Não percam a apresentação do Aiatolá da Tijuca na TV
Allahu Akbar para todos

A personagem Delírio, a súcia-lista e o Orkut

“O Delírio da Morte era ser Coraline”

-~-

Já ouviram falar na Delírio? Leiam o texto para entender

Blog CA apresenta ao público leitor da CA

Blog CA apresenta ao público leitor da CA

Sandman: Noites sem fim

Adentrando, história sobre a mais jovem dos Perpétuos, Delirium, é, na minha opinião, uma das melhores do álbum. O modo como Gaiman a estruturou parece um pouco confuso a príncipio, mas essa era exatamente a intenção.

Nela, Delirium se encontra perdida e ferida dentro de seu próprio reino. Daniel, o atual Sandman, o corvo Matthew e Barnabás, o cão guardião de Delirium, tentam reunir um exército de loucos para resgata-la de dentro de seus domínios.

A história é narrada da perspectiva dos loucos, sendo toda fragmentada e muitas vezes indiferenciada. Os desenhos de Bill Sienkiewicz seguem o mesmo padrão do texto de Gaiman, transmitindo uma sensação de estranheza e certo desconforto.

Na realidade, o que eles conseguem é transmitir exatamente o que se passa na mente de alguém mentalmente perturbado, incapaz de diferenciar o que é real do que é mera fantasia, incapaz de distinguir a si mesmo e aos outros que o rodeiam. Uma forma bastante original e genial de mostrar quem (ou o que) é Delirium.

Delírio

Delírio se encontra perdida no universo Orkut?

CA avisa

Qualquer semelhança com a realidade não é culpa da CA…

CA avisa

Delírio nasceu da Morte que desejava ser Coraline

A Morte antes de ser delírio

Tou procurndo uma boa imagem de Coraline para colocar no avatar.

CA avisa novamente

Qualquer semelhança com a realidade não é culpa da CA…

A TeaCher e a súcia realizam a Operação Abriga Jagunço

Jagunço punido temporariamente do boteco por conta da discussão onde ele ofendeu o Sandro? A súcia da Tea Cher dá um jeito…

Comunidade mafiosa de História dá um jeito

Comunidade mafiosa de História dá um jeito

Como?

Público espantado com as armações das tias Haters-BS

Público espantado com as armações das tias Haters-BS

A Tea Cher e a máfia da dacha Animal Farm Botequim Socialista agiram rápido

A CA explica

A CA explica

Punido por uma semana de participar do Botequim Socialite poupando de xingar quem não concorda com ele no boteco, a súcia que apoia, acoberta e arma as articulações junto à moderação do porco Napoleão do boteco arranjou um abrigo para o jagunço enquanto ele cumpre a “punição” para evitar comprometer mais ainda a cumplicidade do porco Napoleão com a truculência do jagunço no boteco.

A Tea Cher e a súcia chamaram o jagunço para a comunidade mafiosa de História

Clique no mico para acessar mais um Mico da Súcia-lista

Clique no mico para acessar mais um Mico da Súcia-lista

E o jagunço novamente não correspondendo o auxílio moral que a súcia prestou a ele depois de seu mico por despeito do Sandro, já arrumou problemas para a Tea Cher que novamente passa a mão na cabeça dele tentando preservar a imagem do jagunço apagando seus micos

@lisefer
1) um membro retirado por antisemitismo meio explicito demais (tem dias que conspiração mundial judaica me enche o saco)

2) Alfonso, teus posts não são os únicos a serem apagados – e de fato, naquele tópico mesmo apaguei também um do Gilson em resposta a ti, porque ambos fugiam de debate histórico. Veja a descrição da comunidade: “Os moderadores se reservam o direito de apagar tópicos de linguagem e conteúdo considerados inapropriados.” No caso a gente faz um esforço para evitar que todos os tópicos se transformem em briga de torcida – já tem o suficiente assim por aí.

TeaCher limpa a caca do jagunço

TeaCher limpa a caca do jagunço

Luxe, Pouvoir e Paranoia

A CA reporta mais um caso de aumentação.

Luxe, Pouvoir e muita Paranóia

Luxe, Pouvoir e muita Paranóia

Alguém aqui não lembra daquela Faraó que vive criando barracos no Orkut (e fora dele) ?

A CA refere-se àquela Dona, maior de idade, casada que não é apenas uma garota latino-americana com dinheiro no bolso, pois basta sair perdendo nos perrengues para chamar o papai, que é poderoso, possui amigos importantes (incrusive na OAB) e vive no interior, para intimidar o oponente com ameaças de cartas de advertência, processos, etc.

Pois não é que de tanto sonhar e delirar com processos destruindo os “inimigos” agora a Faraó sofre de paranóia de perseguição?

A CA alerta: abuso de medicamentos para controle do peso podem provocar dependência química e transtornos psicológicos!

A CA mata a cobra e mostra o pau

A CA mata a cobra e mostra o pau

A CA Mata a Cobra e Mostra o Pau

Faraó Jana
Sabotagem, ou então a moderação tem excluído tópicos porque teme atrito com qualquer mongo que entra aqui e mostra a farsa que somos. Daí é provável que a moderação se apavore com a hipótese de não aguentarmos *a jihad virtual*.
*
Veja Samara, além da quantidade extremamente significativa da rádio patrulha, nossos *inimigos* são inquestionavelmente notáveis, além de altamente qualificados para exercer quaquer crítica acerca de qualquer expediente, visto as várias titulações que possuem. Aí, apontam erros crassos de português entre membros da comuna, questionam a veracidade de algumas atividades que alegamos desenvolver, *descobrem* várias *covardias* nossas e com isso obviamente, destróem a reputação que não fazemos questão de ter.

Nessa, Faraoh Jana dançou

Nessa, Faraoh Jana dançou

A CA comenta

Quem tem um mínimo de vivência de Orkut sabe que durante as manutenções este sofre de bugs que ocultam, temporariamente, posts antigos.

Somente uma pessoa que vive num mundo bem longe da realidade vai acusar a moderação de uma comunidade de dar-se ao trabalho de apagar 5 anos de posts.

E ainda mais por um motivo delirante como o alegado pela Faraó Jana Jones.

Se a CA fosse da moderação da Olavo de Carvalho nos Odeia, não só ficaria ofendidíssima como exigiria que o pau-mandado Ricardo Seu Pai passasse um sermão nessa dona que projeta nos outros as “jihads” que ela mesmo criou e mantém.

Essa coisa de abuso de poder e recurso a advogados é marca registrada hater.

Quem lê a comunidade Luxe, Pouvoir e bla-bla-bla sabe do que a CA está falando.

Mais uma missão cumprida pela CA

Mais uma missão cumprida pela CA

Para ler o delírio da Faraó Jana Jones, basta clicar na Dona Doida, abaixo:

Link para o delírio paranóico da Jana Jones

Link para o delírio paranóico da Jana Jones

Mico paranoico da Faraoa Pavoa Jones desmentido na própria Olavo de Carvalho nos odeia

Juan
Ih, as páginas seguintes voltaram a existir.
Eu, hein? Doideira.

É como diz o ditado: Orkut bêbado não tem dono.

Clique no mico para acessar O Mico

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Combatendo a mediocridade do Gilson Moura

Gilson militando na areia de Ipanema

Gilson militando na areia de Ipanema

Urispuma
Para camuflar a sua irrelevância intelectual, volta e meia o Jagunço Gilson Moura posta alguma banalidade no Botequim Socialista e tenta criar um tópico em torno dela. Da outra vez foi aquela notícia do homem espancado pela segurança do Carrefour. Ninguém deu bola, dada frequencia diária com que negros são espancados injustamente no Brasil e o Gilson Moura nunca ligou, e o Jagunço rodou a baiana. Ofendeu a comunidade e o tópico decolou.

Agora o medíocre achou um videozinho fajuto, ordinário, de alguem defendendo que a escola tolhe o indivíduo e reprime, ou suprime a sua critatividade.

Um lixo desses não decolaria sem a ajuda dos compadres de idiotice do Gilson Moura: Mazinho, Viquitor BH, et caterva. Tudo gente que não tem a mínima experiência profissional nem as mínimas condições intelectuais e de educação formal para falar sobre escola, ensino e educação em geral.

A Denise chutou no ângulo e matou a parada. Pena que a jagunçada preferiu fingir que não leu. Por isso a CA abre este tópico para divulgar e amplificar uma opinião qualificada sobre o vídeo babaca que o Gilson Moura postou.

Urispuma
Com a palavra Denise, Profa. Profissional

Denise
Talvez seja um desabafo, ou o nome que quiserem dar, mas eu posso dizer de cadeira muitas coisas – tenho 27 anos de carreira, talvez me aposente o ano que vem. Sou professora por OPÇÃO, e também a minha OPÇÃO foi pela escola pública. Caras como esse do vídeo já vi de monte, são quase animadores de auditório – falam o óbvio e sempre para uma platéia que pensa que pensa a educação, mas desconhece de fato a dinâmica de uma escola de educação pública. E à margem de tudo isso, marchamos nós, os milhares de professores desse país, que dão o sangue pela escola, simplesmente porque acreditam nela, mas que viraram reféns de pais, mídia e toda a sociedade e principalmente dessa classe média raivosa, frustrada que queria os filhos na escola particular e não pode pagar. Que quer nos enfiar goela abaixo seu único objetivo – colocar os filhos numa universidade pública – trampolim para a ascensão social. Dessa forma, escola boa= número de alunos colocados na universidade. Nem vou entrar no mérito da questão – isso é, no meu ponto de vista, de um reducionismo tacanho e imbecil, reduzem educação ao conhecimento acadêmico. Educação pública é muito mais abrangente e complexa que isso. E antes que me acusem de defender o saber formal e acadêmico para a elite, é bom saber que nossos alunos nos exigem muito mais que isso, suas realidades são muitas vezes duras, violentas, e sempre há algo mais urgente a ser questionado. Nesse ponto, acho que a LDB acertou em cheio – o grande objetivo é formar o cidadão com conhecimento suficiente para fazer a sua própria escolha, seja ela a dança, a política, a medicina, cultivar a roça ou qualquer outra atividade. Obviamente temos muito chão pra andar
mas um dia a gente chega lá, porque professores empenhados nisso nós temos, e são muitos!

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