Combatendo a Mediocridade do Companheiro do Gilson Moura: Anta Wu Ming

Anta Wu Ming pagando o Mico

Anta Wu Ming pagando o Mico

O assunto no Botequim Nazisocialista é a transexualidade, não precisou muito que para o preconceito inato da súcia brotasse:

Jefferson
Isso me preocupa.

Agora, pra pegar mulher, vou exigir fotos de diversas fases da infância e adolescência (quando ainda não é possível a mudança de sexo ou nome).

Paulo Henrique
Cara, transexualidade é um negócio que me dá nojo. Não acho errado, mas me dá pavor. Causa-me náuseas.

E por aí se desenvolvia o tema, com o “alto nível” que todos conhecemos até que a Anta Wu Ming, o companheiro de jagunçagem do Gilson Moura saiu-se com esta pérola:

Wu Ming Falando Asneira

Wu Ming Falando Asneira


Anta Wu Ming
Uma criança gostar de colocar roupa de menina é diferente de querer dar a bunda.

Ou não?

Ou transexual não precisa transar com homens…?

A CA Comenta

A CA Comenta

Quer dizer então, para o Comandante Anta, a complexidade da transexualidade de um garoto que sente-se garota resume-se a querer ou não “dar a bunda”?

A CA Pergunta:
Cadê as garotas e mulheres revolucionárias para dizer ao Comandante Anta que ser mulher não significa querer dar o que quer que seja?

Garotas revolucionárias fingindo que não é com elas

Garotas revolucionárias fingindo que não é com elas

A CA Pergunta:
Cadê as garotas e mulheres feministas do Botequim Nazisocialista para explicar que para ser mulher “não precisa transar com homens”.

Tea Cher sublimou o mico do Comandante Anta

Tea Cher sublimou o mico do Comandante Anta

A CA só pode dizer uma coisa depois de tanto machismo, homofobia e preconceito:

Morri!

Morri!

Como sempre, a CA mata a cobra e mostra o pau. Quem tiver estômago forte e desejar ler o show das @olavetespatinetes do Butchiqueem Nazisocialista pode seguir o link abaixo:

Link para o tópico da Anta Wu Ming

Link para o tópico da Anta Wu Ming

Combatendo a mediocridade do Gilson Moura

Gilson militando na areia de Ipanema

Gilson militando na areia de Ipanema

Urispuma
Para camuflar a sua irrelevância intelectual, volta e meia o Jagunço Gilson Moura posta alguma banalidade no Botequim Socialista e tenta criar um tópico em torno dela. Da outra vez foi aquela notícia do homem espancado pela segurança do Carrefour. Ninguém deu bola, dada frequencia diária com que negros são espancados injustamente no Brasil e o Gilson Moura nunca ligou, e o Jagunço rodou a baiana. Ofendeu a comunidade e o tópico decolou.

Agora o medíocre achou um videozinho fajuto, ordinário, de alguem defendendo que a escola tolhe o indivíduo e reprime, ou suprime a sua critatividade.

Um lixo desses não decolaria sem a ajuda dos compadres de idiotice do Gilson Moura: Mazinho, Viquitor BH, et caterva. Tudo gente que não tem a mínima experiência profissional nem as mínimas condições intelectuais e de educação formal para falar sobre escola, ensino e educação em geral.

A Denise chutou no ângulo e matou a parada. Pena que a jagunçada preferiu fingir que não leu. Por isso a CA abre este tópico para divulgar e amplificar uma opinião qualificada sobre o vídeo babaca que o Gilson Moura postou.

Urispuma
Com a palavra Denise, Profa. Profissional

Denise
Talvez seja um desabafo, ou o nome que quiserem dar, mas eu posso dizer de cadeira muitas coisas – tenho 27 anos de carreira, talvez me aposente o ano que vem. Sou professora por OPÇÃO, e também a minha OPÇÃO foi pela escola pública. Caras como esse do vídeo já vi de monte, são quase animadores de auditório – falam o óbvio e sempre para uma platéia que pensa que pensa a educação, mas desconhece de fato a dinâmica de uma escola de educação pública. E à margem de tudo isso, marchamos nós, os milhares de professores desse país, que dão o sangue pela escola, simplesmente porque acreditam nela, mas que viraram reféns de pais, mídia e toda a sociedade e principalmente dessa classe média raivosa, frustrada que queria os filhos na escola particular e não pode pagar. Que quer nos enfiar goela abaixo seu único objetivo – colocar os filhos numa universidade pública – trampolim para a ascensão social. Dessa forma, escola boa= número de alunos colocados na universidade. Nem vou entrar no mérito da questão – isso é, no meu ponto de vista, de um reducionismo tacanho e imbecil, reduzem educação ao conhecimento acadêmico. Educação pública é muito mais abrangente e complexa que isso. E antes que me acusem de defender o saber formal e acadêmico para a elite, é bom saber que nossos alunos nos exigem muito mais que isso, suas realidades são muitas vezes duras, violentas, e sempre há algo mais urgente a ser questionado. Nesse ponto, acho que a LDB acertou em cheio – o grande objetivo é formar o cidadão com conhecimento suficiente para fazer a sua própria escolha, seja ela a dança, a política, a medicina, cultivar a roça ou qualquer outra atividade. Obviamente temos muito chão pra andar
mas um dia a gente chega lá, porque professores empenhados nisso nós temos, e são muitos!

Link pra jagunçada

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.